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domingo, 5 de outubro de 2008

Exposição Coletiva Intinerante **Afetos Roubados no Tempo**




::5 ª mostra:Salvador, BA Caixa Cultural Salvador - 29/08 a 30/09 de 2007

::4 ª mostra:São Paulo, SP espaço Eugénie Villien na Fac. Santa Marcelina, 26/10 a 23/11/2006.



::3 ª mostra: Maceió, AL Museu Théo Brandão, de 7/06 a 30/06/2006



::2ª mostra: Recife, PE Galeria Capibaribe da UFPE, de 17/03 a 27/04/2006


::1ª mostra: Salvador,BA Goethe Institute, de 17/11 a 18/12/2005


Diálogos possíveis




  • A mostra processual e itinerante Afetos roubados no tempo agrupa pequenos artefatos criados por 730 artistas e artesãos de vários países do mundo, dispostos em 365 pares. Essas peças, denominadas objetos-afeto, ecoam a diversidade de materiais e a pluralidade de conceitos relacionados com cada lugar de origem do autor e sua interação com o universo que o rodeia e o reconhece como indivíduo. Conseqüentemente, eles espelham a identidade de cada um dos autores.



  • O projeto foi criado em fevereiro de 2005, durante minha estadia na África do Sul. Nessa oportunidade, realizamos oficinas com a artista e professora da UNISA Célia de Villiers, quando foram construídos os primeiros objetos-afeto.
    Quando retornei ao Brasil, as oficinas continuaram... Territórios centrais em Mato Grosso e Goiás foram buscados então, para propiciar o encontro com matrizes indígenas e a utilização de fibras naturais nos artefatos a serem criados.
    Paralelamente a essas ações, apresentou-se o projeto ao colegiado da Pós Graduação em Artes Visuais (PPGAV) da Escola de Belas Artes (EBA) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e ele foi aprovado como atividade de pesquisa e extensão do Grupo Matéria, Conceito e Memória em Poéticas Visuais Contemporâneas, credenciado pelo CNPq.
    Assim, o projeto foi se multiplicando e recebendo, gradativamente, o apoio de outros artistas, os quais foram denominados de co-curadores. Contou-se, essencialmente, com a colaboração da artista pernambucana Suzana Azevedo, que abraçou o projeto ainda em sua gênese, e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Assim, a proposta foi se formatando, com a aproximação de pares de objetos-afeto, observando-se, nessa junção, suas analogias ou seus antagonismos matérico-conceituais. Assim, cada obra foi encontrando seu par...



  • A primeira mostra foi inaugurada no Ateliê do pátio do Goethe Institut, em Salvador, em 18 de novembro de 2005. No período de 15 de março a 26 de abril 2006, o projeto foi exposto na Galeria Capibaribe da UFPE. De 07 a 30 de junho, a exposição foi montada no Museu Théo Brandão da UFAL, e, em dezembro do mesmo ano, o projeto foi mostrado no espaço cultural Eugénie Villien, da Faculdade Santa Marcelina em São Paulo.
    Em 2007, por ter sido contemplado pela CAIXA Cultural de Salvador, o projeto retornou à Bahia, disposto em doze totens, distribuídos a partir de conceitos equivalentes aos meses do ano.



  • Em 2008, o projeto seguirá para a UPV, Valencia (Espanha), posteriormente para UNISA, Pretória (África do Sul), e, paulatinamente, todos os integrantes do projeto estarão recebendo a identificação e a imagem do seu par, para que possam conhecer a identidade do outro que o altera (alteridade).
    Dessa maneira, o projeto irá propiciar o encontro dos artistas, através da aproximação e do diálogo entre suas obras, possibilitando uma troca de “afetos” que transcende espaços e tempos...
    ...........................................VigaGordilho
    Concepção do projeto: VigaGordilho


Artistas curadoras:


PE - Suzana Azevedo


AL - Ana Glafira

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